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Capa | Brasileiro Joshua Martins ingressa no Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos
Wednesday, 12 June 2019 00:00


O brasileiro-americano Joshua Martins nasceu nos Estados Unidos. Apesar do nome americano, tanto sua mãe, Ketlyn Martins, quanto seu pai, já falecido, nasceram no Brasil. Joshua tem dois irmãos Jordan Martins e Cristian Tapia (meio-irmão), e o padrasto Harold Tapia.

A mãe de Joshua veio para os Estados Unidos aos 17 anos, grávida dele para morar com sua mãe, que já vivia em Atlanta. Como todos os imigrantes que vêm para a América, Ketlyn também buscava conquistar o “sonho americano” e um futuro melhor para seu filho que estava por nascer. O pai de Joshua chegou logo depois, aos três meses de vida de Josh, como é chamado por sua família. Seus pais se casaram e logo depois nasceu seu irmão Jordan.

Os pais de Joshua e Jordan se divorciaram quando Josh tinha 11 anos. Seu pai retornou ao Brasil, e sua mãe se casou novamente com o seu padrasto Harold. Aos 13 anos, Josh perdeu o pai, o que fez com que se fechasse muito e passasse a agir com rebeldia em casa. Ketlyn conta que levou o filho ao psicólogo para ajudá-lo a lidar com a perda do pai.

Ketlyn explica que a vida aqui não foi fácil. Sua mãe retornou ao Brasil e ela trabalhou muito para cuidar de seus filhos e garantir que estivessem em uma boa escola. “Tive ajuda de muitas pessoas, mas uma em especial foi a amizade da sra. Marcy Weatherford, que foi o meu porto seguro na América e a razão pela qual nunca desisti ou retornei ao Brasil”, conta Ketlyn.

Josh e seus irmãos estudam em escolas particulares; Jordan na Collins Hill Christian School; Cristian na Hebron Christian Academy; e Joshua se formou na Highschool Classe de 2019 da escola Riverside Military Academy.

Josh estudou em escolas evangélicas durante toda a sua infância. Sua mãe explica que essa educação cristã foi muito importante para incentivar e trabalhar com seu espírito aventureiro e de liderança. “Meu filho tem um caráter forte e não gosta muito de conversar, mas sempre foi um menino de ouro, nunca teve vícios e sempre respeitou e honrou seus pais e familiares”.

Joshua estudou os dois últimos anos da High School na Riverside Military Academy. A escola particular tem uma base cristã e militar. Ela foi fundada em 1907 e é considerada uma das principais academias militares preparatórias para a faculdade dos jovens do país. A escola ensina propósito, integridade e caráter aos seus alunos.

Após a formatura, um cadete de Riverside que experimentou os desafios do modelo militar de educação está completamente preparado para o college. Ele é equilibrado, educado e confiante em qualquer ambiente social. Os cadetes da Riverside se destacam, oferecem um aperto de mão firme, respeitam a autoridade e demonstram um nível de confiança que os pais talvez não tenham observado anteriormente. Além disso, as turmas de formandos recebem consistentemente milhões de dólares em bolsas universitárias para frequentar instituições de ensino superior de prestígio em todo o mundo.

Esse modelo de educação atraiu Josh e sua família, que hoje só têm bons testemunhos sobre a Riverside Military Academy. “Apesar de ser uma escola militar, há muita diversidade de alunos e o ambiente é muito saudável”, conta Ketlyn.

O mentor de Josh na escola militar foi o Sargento Atwell, que demonstrou um grande interesse para com o brasileiro e o ajudou a lidar com a perda de seu pai. A figura paterna desse sargento teve um grande impacto na vida de Joshua, que tomou a decisão de fazer parte da maior força de defesa do mundo: os Fuzileiros Navais dos Estados Unidos.

A Riverside Military Academy tem a capacidade de recomendar até cinco alunos a qualquer uma das academias de serviço militar para o próximo ano letivo, Josh, com a ajuda de seu mentor, foi um dos escolhidos de 2019.


O CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS DOS ESTADOS UNIDOS


O United States Marine Corps (abreviação oficial USMC - Tradução em Português “Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos”) é um ramo das Forças Armadas dos Estados Unidos que foi criado em 1775.

Os fuzileiros navais americanos (“os Marines” – Como são referidos) possuem uma única missão dentro das forças armadas americanas: em qualquer momento, ser capaz de desempenhar as suas tarefas em fortes e instalações militares americanas, no litoral ou em qualquer outra missão em terra, onde o Presidente, em sua discrição, ordenar.

Para fazer parte do Corpo de Fuzileiros Navais, o interessado precisa ser um cidadão americano, completar a High School em qualquer escola e ter 18 anos. Josh se formou em maio e já partiu para o “Marine’s Boot Camp” para iniciar seus treinamentos, que terão a duração de três meses. No final do treinamento, há uma cerimônia de investidura e Josh será oficialmente parte do United States Marine Corps.

Durante seu serviço, que terá a duração de quatro anos, os Marines podem fazer aulas que contarão como créditos universitários. Josh tem planos de servir e conquistar o seu diploma universitário neste período. “Eu não sei onde ele irá servir após sua investidura como Marine. Ao aceitarem um jovem para o Corpo de Fuzileiros Navais Americano, uma equipe deles conversam com os pais, os preparam e ensinam que devemos ter orgulho de nossos filhos que tomaram a decisão de ser um Marine, uma decisão sem egoísmo e heroica”, conta emocionada a mãe de Josh.

A família de Josh ainda está se adaptando a essa realidade dele ser um Marine. Apesar do imenso orgulho, não deixam de se preocupar com todos os riscos envolvidos.




“Eu gostaria de agradecer a toda a equipe da Revista Cia Brasil por contar a história do Josh e quem sabe inspirar outros sobre as infinitas oportunidades que esse país nos oferece para o futuro de nossos filhos. Não tenho palavras para expressar minha gratidão a todos aqueles que nos acompanham nessa jornada. Obrigada Anna Lucia Tulher, Santiago, Clesio (Grilo), Gracielle Dargel, Almeida, Thaty e Hugo e muitos outros que não caberiam aqui. Meu esposo e minha “mãe americana” que Deus me deu, a sra. Marcy Weatherford, que me ajudou tanto quando mais precisei”, afirma Ketlyn.


A Riverside Military Academy está localizada uma hora ao norte do Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson de Atlanta e oferece serviço de transporte para os cadetes a partir e para o aeroporto.


Maiores informações: www.riversidemilitary.com.



Da Redação

Last Updated on Wednesday, 12 June 2019 15:40
 
Capa | Adriano Ghisi: Brasileiro realiza sonho e atua no Departamento de Polícia do Condado de Cobb
Thursday, 16 May 2019 00:00


Natural de Criciúma, Santa Catarina, Adriano C. Ghisi veio para os Estados Unidos aos 11 anos, em 1998, para acompanhar seus pais, Altair e Solange, que já estavam vivendo no estado da Geórgia. Adriano tem três irmãs, das quais uma vive ainda na América. Seu pai faleceu no ano passado, no Brasil. Sua mãe vive nos EUA até hoje.

Adriano é casado com a brasileira Vivian Ghisi, natural de Rondônia. Ele conheceu sua esposa em um congresso da igreja em Boston quando os dois ainda eram adolescentes, ele com 16 e ela com 14 anos. Vivian morava em Boston e os dois começaram um namoro à distância por quatro anos, até se casarem. O casal tem dois filhos: Isabelle de sete anos, Adriel de cinco anos, além do bebê Ethan, que está a caminho, programado para nascer em setembro deste ano. Vivian é estudante na Allied Medical College e atualmente trabalha no campo médico como embaixadora da empresa farmacêutica “Humira”. Adriano estudou Teologia no ETAD - Escola Teológica das Assembleias de Deus, em um campus da Igreja Assembleia de Deus Shalom, em Marietta.

Ao chegar aos Estados Unidos, assim como todo imigrante, Adriano encontrou algumas dificuldades para se adaptar à nova língua e cultura. Ele conta que repetiu a quinta série por causa do inglês. “Nessa época, eu estava fazendo o ESOL na escola, aprendi o Espanhol muito bem, pois era mais fácil. O Inglês realmente foi difícil. Passei um grande período tentando aprender, mas só consegui conquistar a vitória de aprender esse idioma, quando comecei a me relacionar e passar tempo com aqueles que falam inglês”, explica Adriano que aconselha quem chega à América a fazer amizades com pessoas que só conversem em inglês, pois essa prática aliada à paciência e determinação, farão com quem a pessoa aprenda mesmo o idioma local.


“Ajudo muitos imigrantes quase que diariamente, principalmente com tradução do inglês. Há muitos brasileiros e latinos recém-chegados à Geórgia, que precisam dessa ajuda ao lidarem com situações em que a polícia está presente.”


Adriano morava com sua família na área da Delk Road, em Marietta, e estudou dois anos na Brumby Elementary School e depois foi para a East Cobb Middle School. Nessa época, a família de Adriano se mudou e o distrito escolar também, e ele passou a frequentar a Smitha Middle School, que está localizada na Powder Springs Road, em Marietta. Lá fez a 7º série, e após sua graduação iniciou seus anos de High School na R. L. Osborne High School. A família de Adriano se mudou novamente, mas devido ao seu GPI ser excelente, ele decidiu ficar na mesma escola até se graduar.

Foi na Osborne High School que Adriano teve seu primeiro contato com o Departamento de Polícia, que realizava diversos programas comunitários com os alunos. “Eu tive uma excelente experiência de interação com esses policiais que frequentavam a escola. Eles nos tratavam muito bem, demonstravam interesse por nós, sem discriminação de gênero ou nacionalidade. Assim nasceu minha admiração por esse trabalho, principalmente pelo Departamento de Polícia do Condado de Cobb”. Conta.

Ao se graduar, Adriano se encontrou na mesma realidade que todos os jovens brasileiros que finalizam a High School se deparam: O que fazer? Trabalhar? Tentar fazer faculdade? “Após minha graduação, logo ingressei na força de trabalho imigrante. Fiz de tudo, fui ajudante de construção; entregador na Pacesetter Deliveries; garçom e depois gerente no Marietta Diner; gerente na Brazilian Bakery Café; trabalhei na Adonai Auto Brokers; e como Regional Manager na Velox Insurance”.

Foi nesse período que Adriano começou a considerar a possibilidade de fazer parte do Departamento de Polícia. Ele buscou informações sobre a academia da polícia, mas descobriu que somente cidadãos americanos podiam se inscrever no programa. “Eu ainda não era cidadão americano. Fiquei triste, mas nunca desisti da ideia. Lembro-me de uma reunião de funcionários na Velox, quando o diretor nos fez a pergunta: “Quando eu partir desse mundo, que legado deixarei para a sociedade? O que poderei dizer que foi a minha contribuição? Para mim, essa foi uma confirmação de Deus para o meu chamado, de fazer parte do Departamento de Polícia”.

Após alguns anos, Adriano legalizou sua situação, se tornando residente permanente e depois cidadão americano. Ao receber o encorajamento de um amigo brasileiro chamado Lucas, que é policial em outro Condado na Geórgia, ele decidiu voltar à academia e se inscrever para servir o Cobb County Police Department, em março de 2018, e dessa vez, foi aceito no programa. O treinamento na academia começou em junho, durou sete meses, e em dezembro ele estava graduado.

Adriano foi encaminhado para servir no Precinct 4, que é responsável pela área de Sandy Plains e Johnson Ferry. Sua escolha para servir nessa unidade se deu pelo grande potencial que Adriano teria para ajudar a comunidade brasileira com tradução em português e espanhol entre outras áreas para facilitar a interação da polícia com a comunidade. “Ajudo muitos imigrantes quase que diariamente, principalmente com tradução do inglês. Há muitos brasileiros e latinos recém-chegados à Geórgia, que precisam dessa ajuda ao lidarem com situações em que a polícia está presente”, comenta.

Adriano relata a situação mais comum da sua interação com brasileiros desde que ingressou no Departamento de Polícia:


“Quando, por exemplo, ocorre um acidente, ou ligação e a polícia é acionada. Independente de quem foi o culpado, vejo no rosto dos brasileiros, a dificuldade em se expressarem e explicarem o que aconteceu ao policial. Além do nervosismo, o problema da língua acaba dificultando e intimidando a interação entre os dois lados. Quando notam que falo português, o alívio deles é grande. Eles acabam descrevendo o ocorrido com muito mais detalhes, o que facilita para o Departamento de Polícia, e ajuda também esse brasileiro que foi ouvido teve o seu lado explicado em português.”


As investigações do Cobb County Police Department, principalmente as do Precinct 4, onde está concentrada uma grande parte da população brasileira, tem sido muito mais rápidas, eficientes e em favor da comunidade, desde que Adriano começou a trabalhar, uma vez que não há barreiras de comunicação e brasileiros podem se expressar melhor em português. Adriano relata que o Departamento de Polícia elogia os brasileiros, pois sempre que são abordados têm um grande respeito pela figura do policial, se dirigindo a eles com educação e colaboração. “Essa atitude de respeito pela autoridade do policial é de grande valor para o Departamento. Confrontos e argumentos devem ser guardados para disputas em corte, não no momento do acontecimento. A polícia é treinada para ser cordial e servir à população, mas também é considerada autoridade para proteger e fazer cumprir a lei local e deve ser tratada como tal. Quando essa interação é passiva e respeitosa, todos se beneficiam”, destaca Adriano.

O brasileiro lembra que a história de vida na América dele não foi muito diferente da maioria dos imigrantes. Ele também passou por períodos difíceis, de adaptação e de problemas com seu status legal. Ele afirma que devemos sempre estar abertos para aprender com esse país, e acima de tudo nunca desistir dos objetivos e procurar viver uma vida correta e confiar em Deus.

Adriano enfatiza a importância da população imigrante entender qual é o papel da polícia no estado da Geórgia.


“Nós, policiais do Departamento de Polícia, não fazemos parte do Departamento de Imigração. Checar o status imigratório das pessoas não faz parte do nosso trabalho. Não temos treinamento em lei ou procedimentos imigratórios. Os Departamentos de Polícia, o Cherif’s Office, o Departamento de Bombeiros e o ICE são entidades completamente distintas, com funções e cargos diferentes e uma não realiza o trabalho da outra.”


A função do Departamento de Polícia é de policiar e proteger a comunidade com relação à infrações nas leis do Estado, por exemplo: dirigir com habilitação vencida, dirigir embriagado, brigas, roubos e crimes em geral, que não incluem o departamento de imigração. “Se uma pessoa for flagrada dirigindo embriagada, que é uma infração da lei, ela será detida. O trabalho do policial é de agir de acordo com a infração. Uma vez detida, essa pessoa poderá ser encaminhada para o Cherif’s Office, que é o Departamento de Correção (prisão), completamente diferente do Departamento de Polícia. Somente depois de ser transferido para uma prisão, é que um indivíduo corre o risco de ter o seu status imigratório checado pelo Departamento de Imigração”, explica Adriano.

O policial brasileiro aconselha todos a evitarem situações e infrações na lei da Geórgia que possam resultar em apreensão por parte da polícia.


“Ande sempre com um documento válido com foto, que identifique quem você é. Obedeça as leis do estado, seja correto e trabalhe honestamente.

Afaste-se de pessoas que podem te prejudicar perante à lei, e tenha mais união e compaixão com o seu próximo. Sempre respeite a autoridade da polícia.”


Adriano também fala de sua fé e como o seu curso de Teologia tem ajudado o seu trabalho como policial. Atualmente, ele também exerce a função de Pastor Ministerial em uma igreja evangélica australiana na qual frequenta com sua família. “Eu dou glória a Deus por ter a oportunidade de realizar o meu sonho de servir como policial e também como pastor”.


Unidade de Assuntos Comunitários


Desde a inauguração da Unidade de Assuntos Comunitários (Community Affairs Unit) do Departamento de Polícia do Condado de Cobb no ano passado, muitos projetos têm sido oferecidos às comunidades de imigrantes. Essa unidade é supervisionada pelo sargento Jeff, e ela oferece muitos programas que ajudam a construir uma ponte que permite uma melhor comunicação entre os moradores do Condado de Cobb e as autoridades policiais para colaborarem e trabalharem juntas visando construir comunidades mais cuidadas e seguras. A nova unidade está envolvida com escolas, igrejas, vizinhanças, empresas locais, associações de moradores etc. Os oficiais estão disponíveis para participarem de reuniões e eventos comunitários que promovam parcerias e relações de trabalho entre a comunidade e o departamento de polícia.

Nos últimos dez meses, o oficial Raymond N. Granel, que faz parte da Unidade de Assuntos Comunitários, especialmente junto à comunidade latina tem trabalhado diretamente com a comunidade brasileira, oferecendo apoio e treinamento para várias igrejas sobre proteção contra intrusos armados dentro do templo e como agir em uma situação de “Mass Shooting”. O oficial Granell também ajudou algumas organizações non-profit brasileiras com treinamento para pais e jovens sobre dependência química: como lidar com esses adolescentes, e introduziram projetos do Departamento de Polícia do Condado de Cobb especialmente para reabilitação, além de apoiar um grupo local de ciclistas brasileiros que pedalaram de Atlanta a Washington DC para divulgarem sua campanha “América sem drogas”.

A Community Affairs Unit também ofereceu seminários e palestras para os donos de business brasileiros sobre segurança, onde foram abordados os temas de porte legal de armas de fogo (concealed and exposed), animais de serviço dentro de restaurantes e outras áreas de business, avisos de invasão de criminosos, o que fazer sobre comentários degradantes por clientes para seus funcionários, câmeras de segurança e registro de alarme. No segundo seminário realizado no Precinct 4, a Criminal Investigations Unit teve participação especial com a presença do investigador Pedro Muñoz da Field Operation Division para fazer um treinamento com os empresários brasileiros locais sobre como identificar e prevenir fraudes em seus business.

Apesar do Officer Adriano realizar seu trabalho na rua, ele se dispôs a ajudar o Community Affairs Unit em projetos de ajuda à comunidade brasileira no Condado de Cobb, fazendo traduções e facilitando essa interação entre o Departamento de Polícia e a comunidade com a intenção de estabelecer um melhor relacionamento e consequentemente poder servir melhor a nossa comunidade.



Da redação



Agradecimentos especiais a todos aqueles que colaboraram para esta matéria.


Officer Raymond Granell – Community Affairs Unit/Hispanic Liaison

Officer Adriano Ghisi – Precinct 4]

Sgt. Delk - Headquater

Officer Aniello Penirelli – Headquater

Major Brian Batterton - Precinct 4 Commander

Capt. Everett Cebula - Interim, assistant commander Precinct 4 e toda a sua equipe

Inv. Pedro Muñoz - Criminal Investigations Unit

Sgt. J.J. Stymus - Criminal Investigations Unit 4

J.L. Rainwater

Officer Pharr - Community Affairs Unit

Thaynara Pope - Fotografia

Last Updated on Thursday, 16 May 2019 14:37
 
Capa | Homeopatia: Conheça esse sistema terapêutico único, seguro, suave e natural que trabalha com o corpo para aliviar sintomas e restaurar a sua saúde geral.
Thursday, 18 April 2019 00:00


Falar sobre a homeopatia é um prazer enorme, uma vez que ela, com os seus princípios de análise global do ser humano e não-agressão medicamentosa, seduziu-me há mais de 25 anos e através da prática desta medicina e vendo resultados muitas vezes impressionantes, acredito e afirmo que a homeopatia é um sistema de cura poderoso, seguro, suave e natural que trabalha com o corpo para aliviar sintomas de doenças, restaurar-se e melhorar sua saúde geral. No Brasil, a homeopatia é uma especialidade médica terapêutica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina.

Primeiro é importante falar sobre a minha experiência pessoal com a homeopatia. Ao adoecer e não encontrar respostas ou cura no meio da medicina convencional, fui apresentado a esse sistema terapêutico único que salvou a minha vida e me deixou tão impressionado com seus resultados que fiquei imensamente motivado e resolvi estudar e me aprofundar mais sobre essa prática medicinal. Após me especializar também em Medicina Homeopática no Brasil, fui testemunha de resultados impressionantes em meus pacientes.

Em minha longa jornada como médico gastro, terapêutico e homeopata, presenciei alergias desaparecerem, doenças crônicas serem controladas e passei a ver esperança nos olhos e corações dos meus pacientes. A homeopatia muitas vezes reaviva esperanças de pessoas que não têm acesso à cura e, às vezes, estão impedidas financeiramente de arcar com os preços abusivos dos remédios alopáticos. Uma das coisas que mais me impressionou na homeopatia é o fato dela não só ser usada para tratamento físico, mas também para o emocional.


Mas o que é a homeopatia?


A homeopatia é um método terapêutico que consiste em prescrever a um doente, sob uma forma diluída e em pequeníssimas doses, uma substância que, em doses elevadas, é capaz de produzir num indivíduo sadio, sinais e sintomas semelhantes aos da doença que se pretende combater. Uma das definições que podemos dar para explicar o processo é: “Substâncias que provocam uma espécie de febre que pode curar esta febre”.

A terapia envolve uma economia de custos considerável relativamente aos custos da medicina alopática e tem uma eficácia, em regra sem nocividade, demonstrada por quase dois séculos de prática clínica e de recente investigação científica, o que torna aconselhável a sua utilização, muito especialmente junto dos mais desfavorecidos. É assim, uma Medicina, uma Arte e uma Esperança.

Na homeopatia, entende-se e trata-se o corpo humano na sua globalidade considerando que os medicamentos têm a função de auxiliar o organismo na autocura. O médico alemão, Samuel Hanneman criou o método e os alicerces da nova medicina (a homeopatia) e do seu princípio fundamental: Os semelhantes são tratados pelos semelhantes. – Daí a origem da palavra homeopatia, do Grego “homos”/semelhante e “pathos”/sofrimento.


Como funciona


A homeopatia fundamenta-se num trabalho de natureza científica e é consequência das investigações efetuadas por inúmeros experimentadores que ingeriram substâncias em dose não letal e registraram meticulosamente os sintomas produzidos, e ainda de registros toxicológicos – quadros sintomáticos obtidos pela ingestão voluntária ou involuntária de substâncias, como o arsênico – e observação de curas clínicas em outras enfermidades que tinham o mesmo quadro da intoxicação que sofreram tomando a dose de forma extremamente diluída.

Para entender melhor como funciona a aplicação da Medicina Homeopática, vamos ilustrar um quadro clínico de um determinado paciente fictício que se apresentou a uma consulta homeopática queixando-se de acessos de asma, que começam por volta da meia-noite e duram normalmente até às três horas da manhã. Após interrogatório do médico homeopata, este paciente manifestou ter um intenso medo da morte, principalmente quando está sozinho, que é mais evidente durante os acessos de asma, que por sua vez se agravam quase sempre entre a uma hora e as três horas da manhã. O paciente ainda tem medo de fantasmas, especialmente à noite, quando apaga a luz para dormir.

O médico homeopata irá levar todos esses sintomas em consideração, pois seu treinamento é o de analisar o paciente como um todo, olhando além dos sintomas isolados. O estado psíquico desse paciente sofre alterações bruscas: um dia, está excitado e agitado, enquanto em outro dia, está deprimido e melancólico. Estas modificações de humor surgem, por vezes, no mesmo dia.

O paciente toma medicamentos que lhe foram receitados pelo seu médico de família, mas está convicto de que não está obtendo resultados de cura.

Suas características físicas são de um homem magro, de face marcadamente angulosa e pálida. Este é nitidamente um tipo Arsenicum Album, de similitude perfeita.

O médico homeopata indicará a esse paciente o Arsenicum Album em uma diluição média. Dias depois, o paciente volta ao médico com resultados inacreditáveis. A crise desapareceu e com a manutenção desse remédio em uma diluição mais baixa, os sintomas da asma não voltam mais!

A homeopatia encara o ser humano de uma forma global. Seus sentimentos de medo, tristeza, ansiedade, excitação sexual, ausência de libido, astenia, fadiga, as relações laborais, familiares, sociais, os distúrbios de memória, cognitivos, o sono reparador ou não, a insônia, sonhos, sensações, ilusões, delírios, sede, apetite, febres, dores de cabeça, dores de estômago, lesões orgânicas, transtornos funcionais, transtornos e traumas recentes e/ou passados. Para nós, médicos homeopatas, todos esses elementos nos levam a perceber a pessoa em sua totalidade e podemos também associar o que ela está sentindo ou sofrendo com a sua história.

Pensar na pessoa só como uma parte ou uma doença, nos leva a ver as coisas fora da realidade deste indivíduo. Em homeopatia valoriza-se não as doenças, mas sim, os doentes.

Nesse sistema, quase poético, o que se cura é o paciente com tosse e não a doença em si. O organismo funcionando como um todo em harmonia, pela ação do “simillimum”, restabelece o seu próprio equilíbrio, caminhando pela vereda da saúde.

Ao procurar um tratamento homeopático, você deve ir entendendo que os sintomas não são só da doença, mas do doente. As doenças do homem físico, são as do homem psíquico.


Homeopatia é segura?


É extremamente seguro usar a homeopatia. Mesmo com crianças muito pequenas e animais de estimação, não há nenhum dos efeitos colaterais de muitos medicamentos tradicionais, é muito acessível, feita de substâncias naturais e é regulada pela FDA (Food and Drug Administration - órgão americano que regula alimentos e medicamentos).

Ela não é somente um recurso útil, como é apresentada muitas vezes, mas sim, um exercício de medicina super eficaz, usada para tratar doenças agudas, como resfriados, infecções de ouvido, enxaquecas e dores de garganta, bem como condições crônicas, como asma, depressão, autismo, artrites, e as infecções repetidas.

Em muitos países como a França, por exemplo, metade da população é tratada com homeopatia. Medicamentos homeopáticos - conhecidos como “remédios” - são feitos de fontes naturais (plantas e minerais) e são ecologicamente conscientes e sem crueldade. A maioria está disponível nas prateleiras em supermercados, farmácias, lojas de alimentos saudáveis, farmácias homeopáticas e on-line. Esses medicamentos também são extremamente acessíveis, uma excelente opção para os brasileiros que vivem fora e nem sempre têm acesso a seguros médicos e a medicamentos convencionais.

Remédios homeopáticos, quando usados conforme as instruções, são completamente seguros para todos - incluindo mulheres grávidas e lactantes, bebês, crianças e adultos.

Uma coisa a notar é que a palavra homeopatia não é um termo geral ou “guarda-chuva” que descreve uma variedade de diferentes terapias naturais. Embora os remédios homeopáticos sejam derivados de substâncias naturais, a homeopatia não deve ser confundida com fitoterapia, medicina chinesa ou outros tipos de medicamentos naturais, cada um com seus méritos e grande valor e excelentes resultados, principalmente quanto combinados ao sistema terapêutico único da homeopatia!



Dr. Wesley Bandeira
Fundador e criador da terapia CTERT
Core Transformation Emotional Relieve Therapy
Terapeuta na Art Of Healing Atlanta-Clinic

Last Updated on Thursday, 18 April 2019 14:59
 
Capa | Suicídio. Alerta para pais e adolescentes: Um tabu na sociedade que ninguém quer falar
Wednesday, 13 March 2019 00:00


De acordo com algumas teorias baseadas na biologia, são três os instintos básicos de todos os seres vivos, incluindo os seres humanos, o instinto de sobrevivência, o de reprodução e o de fuga ou luta quando se sente ameaçado. De acordo com a hipótese de Sigmund Freud, o ser humano teria o que ele chama de “pulsões” que se colocam em oposição: “Eros” e “Thanatos” (instinto de vida ou morte). Ainda segundo Freud, toda a vida humana é regida por estes dois impulsos “pulsões”, sugerindo que todo o ser humano, independente de sexo ou idade, tem uma demanda natural para o sexo e uma demanda natural para a vida ou a luta contra a morte.

Mas o que se tem visto de uma forma assustadora é que estes impulsos ou pulsões como chamava Freud, estão de alguma forma se deteriorando e não parecem ser mais os elementos básicos da conduta humana. Temos visto um aumento alarmante de suicídios que antes se manifestavam mais na idade adulta e agora se tem registro de crianças cometendo suicídio. A finalidade deste artigo é discorrer um pouco sobre este assunto sem pretender ser a única verdade.


Se a vida é o instinto mais básico dos seres vivos por que os seres humanos estão se matando?


É sabido que o número de pessoas com desequilíbrio emocional ou problemas psiquiátricos tem crescido de forma exponencial. A demanda criada pela mídia, em especial as mídias sociais, onde as pessoas mostram uma vida que não têm e comportamentos que não possuem, criando assim um grande espaço entre a realidade em que se encontram e a mentira que tentam mostrar, cria uma sensação de vazio muitas vezes inegociável; e também da sociedade que muitas vezes põe em dúvida valores básicos que regiam a vida até o momento, deixando a pessoa insegura em suas emoções e em seus valores, criando na mente, uma sensação enorme de insegurança e insatisfação.

O suicídio não tem explicações objetivas. Agride, estarrece, silencia, mata a esperança. É um tabu, traz a vergonha, condenação, sinônimo de loucura, proibido na conversa com filhos, pais, amigos etc.

Segundo estatísticas, cerca de 976 mil pessoas se mataram no ano 2018 em todo o mundo – uma taxa de 13,5 para cada 100 mil habitantes. Isso significa um suicídio a cada 37 segundos. No caso do Brasil, a média é de 4,5 suicídios por 100 mil habitantes nos últimos 20 anos. Número relativamente baixo, se comparado à taxa da Finlândia, por exemplo, que é de 23,4 casos em 100 mil pessoas. Dentro de um país, o Brasil ou outro, as taxas mais altas vêm da comunidade indígena e dos imigrantes, principalmente dos núcleos que perderam muito da sua identidade. O suicídio é hoje a 14ª causa de morte no mundo inteiro. E a terceira entre pessoas de 15 a 44 anos, de ambos os sexos. O assunto tem causado grande preocupação e merece ser conhecido por todos.

Existem vários estudos comprovando a influência da cultura, do ambiente e da religião sobre as taxas de suicídio, seja como facilitadores, seja como limitantes. As taxas de suicídio mais baixas encontram-se em países islâmicos, seguidos de países hinduístas, cristãos (mais baixas em católicos que em protestantes) e budistas, nessa ordem. As taxas mais altas vêm de países “ateus”, que compunham o antigo bloco comunista: Lituânia, Letônia, Estônia, Rússia, Cuba e China. A religião aparece, portanto, como um mecanismo de “proteção” contra o comportamento suicida (todas as crenças religiosas condenam, em maior ou menor grau, o suicídio).


Por que algumas pessoas querem viver e outras não?


Por trás do comportamento suicida, há uma combinação de fatores biológicos, emocionais, socioculturais, filosóficos e até religiosos que, embaralhados, culminam numa manifestação exacerbada contra si mesmo. Existem causas imediatas predisponentes – como perda do emprego, fracasso amoroso, morte de um ente querido ou falência financeira – que agem como o último empurrão para o suicídio.

O suicídio então, muitas vezes resulta deste sentimento profundo de desesperança. A incapacidade de enxergar soluções para problemas ou lidar com circunstâncias desafiadoras da vida que podem levar as pessoas a verem a morte como a única opção para o que é realmente uma situação temporária. A depressão, reforçando, é um fator de risco fundamental para o suicídio; outros como os listados acima incluem transtornos psiquiátricos, uso de substâncias, dor crônica, histórico familiar de suicídio e uma tentativa prévia de suicídio. A impulsividade geralmente desempenha um papel entre os adolescentes que tiram suas vidas.

Por outro lado, podemos afirmar, parodiando Jesus Cristo, “Atire a primeira pedra” quem nunca pensou em morrer, sumir, desaparecer para escapar de uma sensação de dor ou de impotência extrema. É comum ao ser humano sem nenhum dos problemas acima citados, experimentar pelo menos uma vez na vida, um momento de profundo desespero e de grande falta de esperança. Mas, quando se é “saudável”, pode se planejar um suicídio na segunda-feira, e na quarta-feira a pessoa está rindo de novo, porque aos poucos, os seus sentimentos e ideias se reorganizam. Porque a pessoa procurou de alguma forma um apoio, uma saída e encontrou alguma forma de compreensão.


Entendendo o Suicídio


A pessoa chamada "psicoticamente deprimida" que tenta se matar não faz isso por simples "falta de esperança" ou qualquer convicção abstrata de que os ganhos e perdas desta situação justificam tal ato. E certamente não é porque a morte parece subitamente atraente.

- Você realmente queria morrer?

- Ninguém comete suicídio porque quer morrer;

- Então por que eles fazem isso?

- Porque eles querem parar a dor.

A pessoa em quem sua agonia invisível alcança um nível insuportável, se matará da mesma maneira que uma pessoa saltará da janela de um arranha-céu em chamas. Não se engane sobre as pessoas que pulam de janelas em chamas. Seu terror de cair de uma grande altura ainda é tão grande quanto seria para qualquer um, o medo de cair permanece uma constante. A variável aqui é o outro terror, as chamas do fogo: quando as chamas se aproximam o suficiente, cair para a morte se torna o menos terrível de dois terrores. Mesmo que as pessoas que não estejam no incêndio gritem: "Não!", "Aguente!", “Não faça isto”, não há como fugir do medo das chamas que se aproximam e a pessoa salta.

Existem muitos mitos sobre o suicídio, e um deles é a crença equivocada de que conversar sobre isso com uma pessoa em perigo a encoraja. Se um ente querido expressar pensamentos ou planos de suicídio, é essencial iniciar uma conversa. É sumamente importante abordar essa discussão procurando ajuda, recursos concretos como um terapeuta ou uma linha direta de prevenção do suicídio, e acompanhando a pessoa ao longo do tempo.

Algumas pessoas, por puro despreparo, afirmam: "Suicídio é egoísmo". Alguns são mais agressivos e chamam o suicídio de: “Um assalto covarde aos vivos” ou ainda “Suicídio é uma forma de assassinato premeditado”. Provavelmente, o fazem por razões variadas tais como: para evitar a possibilidade da culpa, para desabafar a raiva, ou simplesmente porque falta o sofrimento necessário para simpatizar com quem pratica tal ato. Não entendem que manter uma existência intolerável, apenas para poupar família ou amigos de um sofrimento parece ou é impossível para alguns.

Entendemos então que o suicídio não é uma doença mental em si, mas uma consequência potencial grave de transtornos mentais tratáveis que incluem depressão grave, transtorno bipolar, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno de personalidade borderline, esquizofrenia, transtornos por uso de substâncias e transtornos de ansiedade como bulimia e anorexia nervosa, entre outros.


Como podemos identificar os sinais, comportamentos ou sintomas de pessoas que podem chegar ao suicídio:


  • Tristeza excessiva ou mau humor: Tristeza duradoura, alterações de humor e raiva inesperada.
  • Desesperança: Sentir um profundo sentimento de desesperança em relação ao futuro, com pouca expectativa de que as circunstâncias possam melhorar.
  • Problemas de sono.
  • Sossego súbito: De repente, ficar calmo depois de um período de depressão ou mau humor pode ser um sinal de que a pessoa tomou a decisão de encerrar sua vida.
  • Retirada: A escolha de ficar sozinho e evitar amigos ou atividades sociais também são possíveis sintomas de depressão, uma das principais causas de suicídio. Isso inclui a perda de interesse ou prazer nas atividades que a pessoa desfrutou anteriormente.
  • Mudanças na personalidade e/ou aparência: Uma pessoa que está considerando o suicídio pode exibir uma mudança de atitude ou comportamento, como falar ou se mover com velocidade ou lentidão incomum. Além disso, a pessoa pode, de repente, tornar-se menos ou mais preocupada com sua aparência pessoal.
  • Comportamento perigoso ou autodestrutivo: Comportamentos potencialmente perigosos, como dirigir imprudentemente, praticar sexo sem proteção e aumentar o uso de drogas e/ou álcool podem indicar que a pessoa não valoriza mais sua vida.
  • Trauma recente ou crise de vida: Uma grande crise de vida pode desencadear uma tentativa de suicídio. As crises incluem a morte de um ente querido ou de um animal de estimação, o divórcio ou o rompimento de um relacionamento, o diagnóstico de uma doença grave, a perda de um emprego ou sérios problemas financeiros.
  • Fazendo os preparativos: Muitas vezes, uma pessoa que está considerando o suicídio começará a colocar seus negócios pessoais em ordem. Isso pode incluir visitar amigos e familiares, doar pertences pessoais, fazer um testamento e limpar seu quarto ou sua casa. Algumas pessoas vão escrever uma nota antes de cometer o suicídio. Alguns vão comprar uma arma de fogo ou outros meios como veneno.
  • Suicídio ameaçador: De 50% a 75% dos que pensam em suicídio, darão a alguém - amigo ou parente - um sinal de alerta. No entanto, nem todos que estão considerando o suicídio dirão, e nem todos que ameaçam o suicídio seguirão em frente.

Toda ameaça de suicídio deve ser levada a sério! Se alguém que você conhece apresentar algum desses sintomas, por favor, procure uma ajuda profissional.


Você não está sozinho


No núcleo familiar e comunitário, a melhor prevenção é falar sem temores sobre suicídio e saber identificar os pedidos de socorro das pessoas próximas. Ninguém precisa dar uma solução para os problemas do outro, deve apenas aprender a ouvir. As pessoas encontram as soluções dentro de si quando conversam e refletem sobre seus conflitos e emoções.

Seguem algumas dicas de como buscar ajuda para você ou alguém que você conhece que apresenta sintomas de problemas que podem levar ao suicídio:

1. Procure ajuda com um psiquiatra e com um terapeuta profissional.

2. Nos Estados Unidos, há vários serviços de ajuda 24 horas para emergências relacionadas ao suicídio. Para citar alguns: a National Suicide Prevention Lifeline 1-800-273-8255; a Treatment Advocacy Center Hotline 1–800–SUICIDE (1.800.784.2433); a Georgia Suicide & Crisis Hotlines – 770.422.0202 (Marietta) – Veja a lista completa no site: www.suicidehotlines.com/Georgia; e a Art of Healing Clinic (404)355-1662, aonde atende o médico brasileiro, Dr. Wesley Bandeira. Essas linhas diretas chamadas “hotlines”para a prevenção do suicídio, estão disponíveis em várias línguas para qualquer pessoa que deseja ligar e conversar com um profissional. O serviço atende, em média, 1 milhão de ligações por ano. Isso revela a necessidade que as pessoas têm de falar sobre seus conflitos. Quando o assunto é suicídio, abrir-se pode ser terapêutico.

3. Escolha e selecione suas amizades: Tire pessoas negativas da sua vida que lhe trazem para baixo.

4. Busque a Deus, talvez uma igreja, ou uma entidade que você acredita para um suporte emocional

5. Comece a se exercitar. O exercício gera a seratonina e endorfina.

6. Faça algo que você goste como pintar, viajar etc.

7. Evite assistir a filmes, vídeos no Youtube ou escutar histórias tristes e negativas. Alimente a sua mente com coisas positivas, como algo que levante o seu humor.

8. Mude o seu estilo de vida e reflita em seus propósitos: Todos nós temos valores diante de Deus e da nossa vida.

9. Comece a passar mais tempo com os seus filhos e passe menos tempo nas redes sociais.

10. Ajude aos outros. Faça caridade. Atos de ajuda ao próximo engrandecem nosso senso de bem-estar!



Dr. Wesley Bandeira
Fundador e criador da terapia CTERT
Core Transformation Emotional Relieve Therapy
Terapeuta na Art Of Healing Atlanta-Clinic

Last Updated on Wednesday, 13 March 2019 18:02
 
Capa | Claudia Rissardi: Uma história de determinação e sucesso!
Thursday, 14 February 2019 00:00


Natural de Naviraí, Mato Grosso do Sul, Claudia Rissardi teve uma infância feliz de cidade pequena. Em sua juventude, sonhava alto. Com o tempo, sua cidade natal ficou pequena para seus sonhos. Depois que conheceu o seu esposo, Valney, o casal decidiu se mudar para São Paulo.

A vida na capital despertou o interesse de Claudia para o mundo da estética. Lá, estudou, recebeu certificação e trabalhou como esteticista facial e corporal por seis anos. Nesse período, Claudia, junto com sua sogra, que atuava no mesmo ramo, descobriram uma cera especial, feita com Hard Wax e algas marinhas, que depilava e hidratava a pele ao mesmo tempo, o que fez uma grande diferença no resultado final do trabalho.

Em 2002, surgiu uma oportunidade para Claudia vir para os Estados Unidos. Naquele mesmo ano, desembarcou em Atlanta com seu esposo e seu filho mais velho, Gabriel. A vida de imigrante, como para todos nós, não foi fácil. Más apesar das dificuldades, o casal estava determinado a aproveitar todas as oportunidades que a América oferece. Foi nesse período que Claudia foi convidada a trabalhar em um salão de beleza brasileiro.

Tudo o que Rissardi aprendeu no Brasil era diferente aqui nos Estados Unidos, e segundo ela, a qualidade da cera usada aqui era muito inferior à que ela usava em seu antigo trabalho. Logo, Claudia sentiu a necessidade de buscar meios para oferecer serviços com a mesma qualidade que dispunha no Brasil.

Começou a fabricar sua própria cera, importando os ingredientes do Brasil. A popularidade de seu trabalho logo se alastrou e em 2003, Claudia abriu seu primeiro SPA, na cidade de Marietta. Sua vida profissional se expandiu rapidamente e em um curto período, conseguiu formar uma equipe, dando início aos seus dois primeiros SPAs na Geórgia, o primeiro em Marietta e o segundo em Lawranceville, onde nasceu a Brazilian Wax and SPA™ by Claudia.

Após três anos, Claudia encontrou novas oportunidades para expandir o seu business e se mudou para a Carolina do Sul. Segundo ela, foram tempos de altos e baixos, onde muitas vezes teve que trabalhar 15 horas por dia. Mas logo os frutos de seu trabalho começaram a chegar, e ela abriu várias lojas na Carolina do Sul, todas oferecendo a mesma qualidade de serviços.


THE BRAND


Brazilian Wax and SPA™ by Claudia é marca registrada nacionalmente. Claudia criou o seu “Brand” com um diferencial que se reflete não somente na qualidade da cera, equipamentos e técnicas, mas também, em seu atendimento ao cliente. Todas as lojas são padronizadas, decoradas e com um ambiente aconchegante e convidativo. Os serviços são bem variados, indo muito além de uma simples depilação. Os clientes podem desfrutar de vários serviços em um só lugar. Há o programa de massagens detox que ajuda a perder medidas e combate o inchaço do corpo; o Sugaring, que é uma alternativa natural à depilação, uma técnica milenar que nasceu na Persia, que é super natural e usa apenas açúcar, limão e água, e que segundo Claudia, foi aperfeiçoada por ela e sua equipe, criando uma forma de depilação com uma técnica inovadora e menos dolorosa para remover os pelos indesejáveis; oferecem também o IPL (Luz Pulsada Intensa) para melhorar a aparência da pele com as terapias que ajudam no rejuvenescimento, tratamento de acne, e luz facial (este procedimento é recomendado por pelo menos seis sessões e os tratamentos). O IPL também é usado para a para remoção permanente dos pelos ou o clareamento dos mesmos. O tratamento é feito em uma máquina não abrasiva que reduz permanentemente o crescimento capilar e melhora a aparência da pele. Todos os SPAs também oferecem serviços de threading e endermologie, como tratamento detox e estético utilizada para eliminar a celulite e gordura localizada, especialmente na barriga, pernas e braços.

A Brazilian Wax and SPA™ by Claudia fabrica a sua própria linha de produtos “home care” e os clientes podem extender o tratamento em casa com produtos com a mesma qualidade dos SPAS. Entre eles, Claudia destaca a FACIAL LINE, com produtos de limpeza e serum Anti-aging; BODY LINE, com produtos para tratar a área depilada; SOUPS AND SCRUBS, com sabão natural, óleos e body scrubs; VEGAN LINE, e outros produtos para ajudar com o tratamento da pele.

Brazilian Wax and SPA™ by Claudia oferece também uma variedade de ceras de depilação: São quatro tipos, uma para cada estação do ano. Dessa forma, a pessoa mantém sua pele hidratada e bem cuidada de acordo com o clima. Na primavera, usa-se a cera feita de Tea Tree; no verão, a cera de coco; no outono, a cera de mel; no inverno, a cera de chocolate. Cada uma com uma função especial.

Claudia convida a todos para uma visita a um de seus especialistas em pele para saberem qual o melhor tratamento. “Oferecemos também um procedimento de dermoabrasão HIDRA, que combina limpeza, esfoliação, extração, hidratação e proteção antioxidante simultaneamente, resultando em uma pele mais clara e bonita, sem desconforto. O tratamento é calmante, hidratante, não invasivo e não irritante. A microdermoabrasão pode ser adicionada a esse tratamento, é um procedimento esfoliante para remover células mortas indesejadas.”, afirma.




BRANCHING OUT OPORTUNIDADES DE FRANQUIAS


Aos poucos, Claudia expandiu os business, inaugurando uma loja após a outra. Ela destaca que não foi uma tarefa fácil abrir lojas de depilação no Sul dos Estados Unidos, pois alguns estados são mais conservadores, porém, aos poucos, o estilo de depilação ganhou o gosto popular.

Rissardi afirma que percebeu também a carência de SPAs com a qualidade que as suas lojas ofereciam e o quanto o mercado estava cheio de talentos buscando uma oportunidade para também abrirem suas próprias lojas nesse ramo de SPA de estética. Pensando nisso, resolveu levar sua experiência para outros, abrindo oportunidades de franquias.

“Criamos uma APP para ajudar nossos franquiados a gerenciar melhor sua agenda de clientes. A app está disponível para download na maioria das APP STORES. Nós também Já temos nosso centro de treinamento que se encontra na sede da corporação em North Charleston, SC e estamos trabalhando para iniciar esse projeto em Abril deste ano. Nossa ideia de franquias surgiu para que pessoas quem têm o espírito empreendedor, possam realizar o sonho de ter o seu próprio negócio”.

Hoje, Claudia já tem nove franquias abertas e cinco que serão abertas em breve, entre elas:

  • Lexington, South Carolina;
  • Mt. Pleasant, South Carolina;
  • James Island, South Carolina;
  • Summerville, South Carolina;
  • Augusta, Georgia;
  • Atlanta, Georgia;
  • Pittsburgh, Pennsylvania;
  • Tampa, Florida;
  • Boynton Beach, Florida.

BRAZILIAN WAX AND SPA™ BY CLAUDIA EM ATLANTA


Claudia afirma estar muito feliz com a inauguração de um SPA aqui em Atlanta. “A brasileira Edna Paulo é a nossa mais nova franqueada. Com anos de experiência, ela possui uma paixão incrível pelo que faz e oferece excelência da maior qualidade aos seus clientes. O SPA da Edna está maravilhoso e oferecendo depilação com linha, com cera e com sugaring. Ela também oferece produtos da marca para Homecare. Estamos com muita expectativa para 2019 e queremos trazer nossa visão e qualidade para mais lugares no estado da Geórgia”, conta Claudia.

Claudia destaca ainda que tem um imenso carinho pela cidade de Atlanta, onde tudo começou. “Em Atlanta, nasceu esse sonho, que jamais seria possível sem o apoio de toda a comunidade, que nos prestigiou”.

Claudia também agradece e reafirma seu compromisso de um trabalho diferenciado e de qualidade para a comunidade: “Meus votos são que sempre possamos oferecer o melhor serviço aos nossos clientes e um apoio total aos nossos franqueados”.

Para aqueles que se interessarem em conhecer as oportunidades de franquia da Brazilian Wax and SPA™ by Claudia, o contato pode ser feito por email This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it ou pelo telefone (843)270-1705. Não é necessário ter licença de esteticista no Estado da Geórgia para ser um franqueado. “Também oferecemos treinamento”, complementa Claudia.



Divulgação
Brazilian Wax and SPA™ by Claudia

Last Updated on Thursday, 14 February 2019 17:45
 
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