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Culturalizando | Narlan Matos Um alaúde, a península e teus olhos negros
Monday, 18 September 2017 00:00


Considerado um dos melhores poetas brasileiros da atualidade, com consolidada carreira internacional, o escritor Narlan Matos lança para o mercado brasileiro o seu mais novo trabalho, o livro “Um alaúde, a península e teus olhos negros”.

Com mestrado pela University of New Mexico e doutor pela University of Illinois at Urbana Champaign, o poeta baiano é vencedor de prêmios como o “Copene de Literatura” (atual Braskem) em 1997 e o “Prêmio XEROX de Literatura Brasileira”, em 2000, e vem representando o Brasil em importantes festivais e convenções literárias nos EUA e na Europa, como o International Writing Program, University of Iowa em 2002.

O jovem gênio é atualmente professor da Washington University, em D.C, e seus livros já foram traduzidos em diversas línguas como esloveno, lituano, croata, chinês, japonês, inglês, espanhol, sueco, italiano, vietnamita e hindi, inclusive o legendário poeta americano Michael Palmer traduziu dois dos seus poemas para o inglês.

Lançado pela Editora Penalux, seu novo livro contém ao todo 60 poemas e é o quarto de uma brilhante e bem sucedida carreira como escritor. Poemas como “Lanternas ao longe”, “Serenata em granada” e “A quilha das estrelas” são alguns dos fascinantes textos dispostos nesta obra. Com capa e projeto gráfico assinados por Murilo Guerra, o livro encontra-se disponível à venda na plataforma digital da editora Penalux (www.editorapenalux.com.br).

Seguem abaixo trechos do “texto de apresentação” sobre o livro, escrito pelo poeta e compositor brasileiro maranhense Salgado Maranhão:


“Partindo de uma lírica ligeiramente solene (como o hálito de uma súplica), o poeta Narlan Matos nos presenteia com este novo poemário, cuja linguagem afetiva dialoga com a voz gitana de García Lorca. (...) Porém, neste ‘Um alaúde, a península e teus olhos negros’ há sinergias com outras variáveis: uma busca de contenção sem delatar costuras ou bandeiras formais; um cantar com a alma ibérica, em que a tessitura erótica não se esgarça nunca além da elegância. (...) Trata-se de uma poética de alta linhagem, praticada com o vigor do talento e o acúmulo de saberes correlatos, dando, ao leitor, a oportunidade de encantar-se com uma das mais representativas sintaxes da poesia brasileira atual.”

(MARANHÃO, Salgado. Cidade do México, 2016)

Last Updated on Monday, 18 September 2017 13:53
 
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