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Destaque | Bolsonaro toma posse e dá início a mudanças
Wednesday, 23 January 2019 00:00


No dia 1º de janeiro, Jair Messias Bolsonaro tornou-se o 38º presidente da História do Brasil. A cerimônia de posse foi marcada por um esquema de segurança extremamente rigoroso e também por muita festa dos 115 mil brasileiros que estiveram em Brasília para acompanhar o evento.

A cerimônia seguiu o seguinte ritual: saída da Granja do Torto; desfile em carro aberto; posse e discurso no Congresso; transmissão da faixa; discurso da primeira-dama em Libras e do presidente; cumprimentos no Planalto; posse dos ministros; e recepção Itamaraty.

Milhões de brasileiros, que não puderam ir a Brasília, assistiram à cerimônia de posse pela TV. Em algumas cidades, fogos de artifício explodiram no céu, no momento em que Bolsonaro recebeu a faixa presidencial.

A maioria dos brasileiros que reside nos Estados Unidos e que votou na eleição presidencial, optou por Bolsonaro, por isso, muitos também estavam atentos à posse. Em Atlanta, vários membros da comunidade brasileira se reuniram para comemorar e assistir à cerimônia pela TV.


BOLSONARO DISCURSA


Durante a posse, o novo presidente discursou em duas ocasiões e ressaltou que quer um pacto nacional para o Brasil voltar a crescer e que irá restabelecer a ordem.


PRIMEIRA-DAMA É DESTAQUE


A primeira-dama Michelle Bolsonaro, de 38 anos, acabou tendo grande destaque na cerimônia de posse. Considerada discreta, ela não se intimidou com os holofotes e discursou em Libras (língua de sinais para surdos).


CHEFES DE ESTADO


Onze chefes de Estado participaram do evento. O 1º ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, foi o que mais chamou a atenção. O Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, representou o presidente norte-americano Donald Trump.

Por falar em Trump, o novo presidente brasileiro já se mostrou um entusiasta do colega americano e pretende desenvolver diversas parcerias para estreitar ainda mais os laços entre os dois países.


NOVOS MINISTROS


Bolsonaro reduziu o número de Ministérios de 29 para 22 e os novos ministros que tomaram posse foram: Advocacia-Geral da União (AGU) - André Luiz de Almeida Mendonça; Agricultura - Tereza Cristina; Banco Central - Roberto Campos Neto; Casa Civil - Onyx Lorenzoni; Cidadania - Osmar Terra; Ciência e Tecnologia - Marcos Pontes; Controladoria-Geral da União - Wagner Rosário; Defesa - Fernando Azevedo e Silva; Desenvolvimento Regional - Gustavo Canuto; Economia - Paulo Guedes; Educação - Ricardo Vélez Rodríguez; Gabinete de Segurança Institucional (GSI)- Augusto Heleno; Infraestrutura - Tarcísio Gomes de Freitas; Justiça e Segurança Pública - Sérgio Moro; Meio Ambiente - Ricardo Salles; Minas e Energia - Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Junior; Mulher, Família e Direitos Humanos - Damares Alves; Relações Exteriores - Ernesto Araújo; Saúde - Luiz Henrique Mandetta; Secretaria de Governo - Carlos Alberto dos Santos Cruz; Secretaria-Geral da Presidência - Gustavo Bebiano e Turismo - Marcelo Alvaro Antônio


PRIMEIROS DIAS DE MANDATO


Além de reduzir o número de ministérios, já nos primeiros dias, o governo Bolsonaro exonerou 3,7 mil funcionários que exerciam funções de confiança, mas a expectativa é que esse número ainda cresça.

Bolsonaro quer aprovar normas que relaxem as regras para o cidadão obter o porte de armas de fogo e pretende agilizar isso ainda este semestre. Leis mais duras para os criminosos é outra promessa de campanha que o presidente pretende colocar em prática.

A reforma da Previdência e a volta do crescimento econômico são os dois maiores desafios do novo governo.


POSSE DOS GOVERNADORES


No mesmo dia da posse do novo presidente, 27 governadores também assumiram. Em São Paulo, João Doria do PSDB (partido que está há 24 anos no poder do Estado), surpreendeu ao criticar o próprio partido e disse que era hora de pensar grande e fazer bem feito.

No Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), prometeu combater a corrupção e o narcotráfico. Em Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), previu tempos difíceis, já que o Estado enfrenta uma grave crise financeira.

A única mulher eleita para governar um estado, foi Fátima Bezerra, (PT) que comandará o Rio Grande do Norte pelos próximos quatro anos.

Nos demais estados todos tomaram posse em um clima de tranquilidade e esperança.



Da Redação

Last Updated on Wednesday, 23 January 2019 19:04
 
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