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Cantinho do Leitor - Maio de 2014
Monday, 19 May 2014 00:00

Meu nome é Pollyanna Veiga Bittencourt e sou natural de Goiânia, GO. Depois de mudar para Tocantins e ter permanecido por lá alguns anos, e depois retornar à Goiânia, minha família resolveu tentar a vida nos EUA. Chegamos em julho de 2000, como turistas em Orlando, mas ja sabíamos que iríamos morar em Atlanta com alguns amigos.

Nossa vida sempre foi muito dificil. Éramos minha mãe, meu irmão, minha irmã e eu, trabalhando e estudando. Ninguém falava inglês e morávamos com roomates dividindo as despesas. E quando cheguei nos EUA, eu estava grávida de dois meses de meu filho Lucas.


Pollyanna mostrando seu Green Card.



Nossa vida seguiu seu curso. Minha mãe conheceu um americano por meio de um amigo, e em pouco tempo estavam casados. Ele é um homem muito bom, e estão juntos até hoje. 


Dr. Mithell, Katcha Moschitta e Pollyanna.



Em 2006, tive meu segundo filho, Igor. Ainda dependente de minha mãe, que então já tinha status de “residente”, entramos com meu processo (I-130), pois eu não era casada com o pai de meus filhos (meu eterno namorado).


Pollyanna com esposo e filhos.



Ao receber a carta de confirmação da Imigração de minha aplicação, procurei nosso advogado e foi então que recebi a notícia devastadora de que o processo demoraria dez anos e não era provável que daria certo. 

Os anos foram passando e continuei procurando um advogado, um atrás do outro. Cada um me dava uma notícia pior que a outra. Escutei de tudo: que eu seria deportada e teria que pagar uma pena de dez anos no Brasil, que minha mãe teria que provar invalidez, que jamais conseguiria aprovação.

Após minha mãe tornar-se cidadã americana, resolvi eu mesma me comunicar com a imigração americana, sem advogados.

Em 2013, chequei o visa bulletin online e tinha finalmente chegado minha data. Foi então que minha mãe resolveu procurar Katcha Moschitta, da Help Central, mesmo com nossa descrença na ajuda jurídica. Depois de todos estes anos, sentimos que com a ajuda dela e do Dr. Thomas Mitchell teríamos o apoio e a ajuda que precisávamos. Entrei no escritório aos prantos e expliquei os dez anos de sofrimento e indignação.

Imediatamente, Katcha e Dr. Mitchell abraçaram minha causa. Rapidamente reviram o processo e em quatro meses, já tinha todos os meus documentos em mãos: o meu sonhado e merecido Greencard. Finalmente o pesadelo havia chegado ao fim.

Resolvi escrever minha história no Cantinho do Leitor da revista Cia Brasil Magazine para incentivar e dar esperanças a outros que se encontram em situações semelhantes com seus processos de imigração.

Meu conselho para as pessoas que estão esperando seus processos é simples: nunca desista! Sempre mantenha contato com o USCIS (United States Citizenship ans Immigration Services). Telefone e pergunte, pois nem sempre entram em contato com você.

Gostaria de agradecer a Deus por mais esta benção em minha vida, porque sei que Deus é o Advogado dos advogados. Busque, pesquise e confie que existem profissionais que sabem o que estão fazendo. E, acima de tudo, confie em Deus sempre!

Boa sorte a todos!



Por Pollyanna Veiga

 
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